
Núm. páginas: 304
Sinopse: aqui
Opinião:
Fiquei decepcionado com este livro, acabando por desistir a menos de 100 páginas do final. Foi uma leitura deveras arrasada, que cheguei a saltar algumas páginas lendo na diagonal. Mas, continuei, esperançado que houvesse uma reviravolta inteligente e surpreendente, porém manteve-se o mesmo ritmo, a mesma acção.
Para aqueles que gostam da cultura Maia, pouco se vão encontrar neste livro. Apenas se fala do Codex Maia (numa página só) e da cidade fantasma (pouca descrição) para onde o pai, doente de cancro já em vias terminais, tinha decidido ser enterrado juntamente com os seus tesouros, os quais tinha roubado enquanto era ladrão de túmulos, e desafiou os seus três filhos a encontrarem a sua sepultura, a fim de eles passarem por todas as dificuldades na selva como o pai tinha passado e lutado para enriquecer. O pai não achava bem que os filhos tivessem vida fácil.
Não é nada como os anteriores livros “Relíquia” e “Enxofre”, estes dois muito bons e inteligentes, os meus preferidos. Deste modo, cheguei à conclusão que o Douglas Preston e o Lincoln Child não podem escrever livros separadamente. Ambos formam uma dupla perfeita e obrigatória.