
Opinião - Não Vou Chorar o Passado, de Tiago Rebelo
Editor: Edições ASA
Páginas: 192
sinopse: aqui
Uma história de amores levados ao extremo, de revelações extraordinárias, em que décadas distantes se entrelaçam de forma dramática, um livro que prova a enorme capacidade de Tiago Rebelo em conferir aos seus romances uma carga psicológica e afectiva que prende o leitor da primeira à última linha.
Opinião
Uma leitura leve, que prende desde o principio ao fim, gostei muito. Se não tivesse tido muito trabalho, já o teria devorado em menos de dois dias, pois tem suspense que impulsiona o leitor a prosseguir a leitura.
A história abrange uma forte componente psicológica. É sobre relações humanas. Os amores de pais e os de filhos.
No inicio do livro, testemunhamos um acidente trágico de comboio. A descrição é impressionante, parece que estamos dentro do comboio e a ver tudo isto em câmara lenta...! Mudança de cena e de sítio, somos aterrados na ilha da Madeira, onde conhecemos os pais do Francisco, ambos ainda jovens, e a seguir somos transportados com estes pais para Venezuela (emigração), e por fim retomamos ao Continente - Lisboa, onde Francisco já adulto conhece a Alice. O desenrolar dos acontecimentos apresenta uma boa fluidez e os personagens estão bem constituídos. O final é surpreendente, tem reviravoltas.
Este livro é ideal para ler durante o fim-de-semana descontraído ou em dias de trabalho intenso.
Opinião - Desconhecidos, de Taichi Yamada
Editor: Livraria Civilização Editora
Páginas: 166
Sinopse: aqui
Uma arrepiante história de fantasmas escrita com hipnótica clareza: de ritmo rápido, inteligente e assombrosa, com passagens de uma intensa percepção das relações entre pais e filhos, o que torna tão comovente este fascinante livro.
- Bret Easton Ellis, Autor de Psicopata Americano
Opinião
Estou bastante impressionado com esta história, não pensei que me viesse perturbar tanto!
Ao princípio, doeu para começar... Um homem divorciado a viver sozinho. Uma vizinha também isolada. Custava-me avançar na leitura, pois a solidão deles fazia-me sentir deprimido… Estive quase para o desistir, mas em boa hora cheguei à melhor parte do livro. E, desde então, não tenho conseguido parar de ler! O reencontro do homem divorciado com os pais já falecidos é o ponto alto e comovente desta história…
É certo que é sobre fantasmas; pode parecer uma história aterrorizadora, mas não o é. É muito mais do que fantasmas. Não quero revelar o essencial para não estragar todo o suspense.
Gostei bastante, foi uma surpresa, o primeiro livro japonês que experimentei.
Eis as duas opiniões que encontrei sobre este livro:
"Conta-me Histórias": aqui
"À Margem": aqui
Opinião - Quando Estiveres Triste, Sonha
Editora: Bertrand Editora
Páginas: 272
Sinopse: aqui
Mulheres fortes e generosas numa história de família, amor e guerra.
Opinião
Foi a sinopse que me levou a ler este livro… E cheguei ao final, um pouco desiludido.
A história passa-se na 2ª Guerra Mundial (1943 a 1945), tema que me interessa muito, e gira em torno das três irmãs: Louise, Kitty e Tish. Elas sentam-se à mesa da cozinha, todas as noites, para escrever cartas: Lousie, ao noivo; Kitty, ao homem de quem anseia receber um pedido de casamento; e a Tish a um grupo de homens que conhece nos Bailes.
Ao princípio, a história começa muito bem, conhecemos as irmãs e vemos como elas são diferentes umas das outras. A companhia delas é agradável e doce. Mas depois à medida que a história avança, a leitura perde o ritmo, torna-se repetitiva e cansativa. Só fala das irmãs e das cartas. E é previsível.
Apesar destes pontos negativos, gostei. É uma boa história para ficar a saber um pouco mais sobre as mulheres, cujos noivos, maridos e filhos combateram na 2ªGuerra Mundial.
Um livro que parece ser HILARIANTE...
Hoje recebi mais um livro, enorme e pesadissimo, vindo do espaço mágico do WinkingBooks, e dei imediatamente uma vista de olhos à primeira página como sempre faço para ter uma ideia do tipo de escrita. E ao ler o primeiro paragrafo, fiquei aparvalhado e incredulo com a hilariedade destas palavras!
«E UMA CHALEIRA? E se o bico abrisse e fechasse quando o vapor sai, de modo a tornar-se uma boca capaz de assobiar lindas melodias, de declamar Shakespeare ou apenas de desatar a rir comigo? Podia inventar uma chaleira que lesse com a voz do pai, até eu adormecer, ou talvez um conjunto de chaleiras que cantassem o coro do "Yellow Submarine", uma canção dos Beatles que eu adoro, pois a entomologia é uma das minhas raisons d´être, que é uma expressão francesa que eu sei. Outra coisa boa era poder treinar o meu ânus para falar quando peidasse. Se quisesse que isso fosse extremamente hilariante, treinava-o para dizer "Não fui eu!" todas as vezes que desse um pum malcheiroso. E se alguma vez desse algum pum incrivelmente malcheiroso na Galeria dos Espelhos, que é em Versalhes, que fica nos arrendores de Paris, que se situa em França, obviamente que o meu ânus diria "Ce n´étais pas moi!".»
Sabem qual é o livro? Querem saber?
O titulo até é muito sugestivo assim como a capa. Este livro já tem o projecto para ser adaptado para o cinema .