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O Gabinete de Curiosidades, de Douglas Preston e Lincoln Child [Opinião]



Género: Policial e Thriller 
Editora: Ulisseia
Sinopse:Aqui 


Tiro Opinativo: By Corvo 


Este é o 3# volume da série Pendergast. Em comparação com os anteriores volumes, este é muito melhor sem dúvida. Se pretendem iniciar na série Pendergast, podem começar por este livro que não têm nada a perder. 

Tudo começa quando é feita uma descoberta arqueológica macabra: um ossário sinistro, que remonta ao final do século XIX, composto por trinta e seis esqueletos - todos eles pertencentes a pessoas assassinadas e horrivelmente mutiladas há cerca de cento e trinta anos, por um serial killer desconhecido. Quando a notícia aparece no jornal, a cidade é sobressaltada por uma nova série de assassínios perpetrados de maneira idêntica. 

Mais um caso para a intervenção do Pendergast, o agente do FBI extremamente enigmático, sensível e inteligente, com os seus segredos misteriosos e recônditos. Tive pena que neste livro não tenha aparecido o Tenente Vincent D’Agosta, o parceiro de Pendergast em livros anteriores, mas foi bom rever o jornalista hilariante Smithback e conhecer a nova personagem que é uma brasa arqueóloga Nora Kelly que irá colaborar com o invulgar agente do FBI na investigação do ossário e dos assassinatos ocorridos. 

O livro aborda o Horror inimaginável, capaz de causar arrepios e pesadelos! Mantive-me agarrado, absolutamente absorto na História, desde o principio até ao fim. Também me arrancou boas gargalhadas! Terror, suspense e diversão em mãos dadas, ingredientes permanentes ao longo do livro que me deu imenso prazer de explodir! Devorei em menos de uma semana e fui surpreendido com o final que me deixou sem fôlego. Muito bom! 

Que venham mais livros do admirável e excelente agente do FBI Pendergast e da muito aplaudida dupla Preston-Child!

Classificação: Cartucho de Ouro (5/5)

Opinião - Codex Maia, de Doulgas Preston

Chancela: Saida de Emergência / 2008
Núm. páginas: 304
Sinopse: aqui
Opinião:

Fiquei decepcionado com este livro, acabando por desistir a menos de 100 páginas do final. Foi uma leitura deveras arrasada, que cheguei a saltar algumas páginas lendo na diagonal. Mas, continuei, esperançado que houvesse uma reviravolta inteligente e surpreendente, porém manteve-se o mesmo ritmo, a mesma acção.

Para aqueles que gostam da cultura Maia, pouco se vão encontrar neste livro. Apenas se fala do Codex Maia (numa página só) e da cidade fantasma (pouca descrição) para onde o pai, doente de cancro já em vias terminais, tinha decidido ser enterrado juntamente com os seus tesouros, os quais tinha roubado enquanto era ladrão de túmulos, e desafiou os seus três filhos a encontrarem a sua sepultura, a fim de eles passarem por todas as dificuldades na selva como o pai tinha passado e lutado para enriquecer. O pai não achava bem que os filhos tivessem vida fácil.

Não é nada como os anteriores livros “Relíquia” e “Enxofre”, estes dois muito bons e inteligentes, os meus preferidos. Deste modo, cheguei à conclusão que o Douglas Preston e o Lincoln Child não podem escrever livros separadamente. Ambos formam uma dupla perfeita e obrigatória.